Teste de manutenção

Ao contrário do que muitos pensam, o teste de manutenção não é o mesmo que teste de regressão.

Pela definição formal, temos como função do teste de manutenção : Testar as alterações feitas em um sistema operacional ou o impacto de um ambiente alterado em um sistema operacional. A mudança de ambiente, nesse caso, seriam alterações de hardware como troca de memória, processador, etc.

Um sistema pode ficar ativo por muitos anos e, durante esse tempo, o ambiente e o próprio sistema sofrem diversas alterações. São corrigidos, complementados ou modificados. O teste de manutenção deve ser realizado no mesmo sistema operacional e é necessário quando há modificações, retirada de alguma parte ou migrações.

Como modificações podemos citar: melhorias planejadas ( lançamento de novas releases), mudanças de ambiente como atualização de sistema operacional ou banco de dados, mudanças corretivas, entre outras.

O teste de manutenção para retirada de um sistema, muitas vezes inclui o teste de migração de dados, ou arquivamento, se os dados precisarem ficar retidos  por longos períodos.

O teste de manutenção por migração, pode incluir testes operacionais do novo ambiente.

Além de testar tudo que foi alterado, o teste de manutenção inclui testes de regressão massivos para eventuais partes do sistema que ainda não foram testadas. O escopo desse tipo de teste está intimamente relacionado ao tamanho do risco da mudança e ao tamanho do sistema. Os testes podem ser feitos em todos ou em alguns níveis apenas, dependendo do impacto da mudança que está sendo feita.

Recomenda-se fazer a análise de impacto para determinar como o sistema será afetado pela mudança. Essa análise ajuda ainda a decidir quantos testes de regressão serão realizados.

É importante ressaltar que executar uma bateria de testes de manutenção pode se tornar uma tarefa extremamente complicada se as especificações estiverem incompletas ou desatualizadas.

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