As principais fases do teste de software

Na maioria das empresas ligadas a programação e TI, seguir corretamente as fases de teste de software é absolutamente imprescindível para o sucesso — ou o fracasso — de um projeto. Você sabia, por exemplo, que as fases de testes de software chegam a ocupar em torno de 40% do tempo de um cronograma de trabalho normal? Nesse caso, se um erro for descoberto tarde demais, pode-se acrescentar mais 60% nos custos iniciais do projeto. Ou seja, errar é perder dinheiro! E, infelizmente, nenhum programador ou analista, por mais experiente que seja, está livre da possibilidade de errar. Por isso, para evitar dores de cabeça mais tarde, é extremamente válido procurar uma empresa especializada no assunto.

Por esses e outros tantos motivos, o desenvolvimento adequado das fases de teste de software é muito importante e cada vez mais valorizado pelo mercado em geral. E, para aprimorar a qualidade de um software, é absolutamente essencial investir nos testes. Lembrando que, ao contrário do que muita gente pensa, os testes não são realizados apenas quando o programa já está pronto e efetivamente rodando no sistema. Eles devem, na verdade, estar presentes durante todo o processo de desenvolvimento do software em questão, identificando eventuais falhas para que se faça logo a correção, o que evita um custo excedente e desnecessário ao projeto e, consequentemente, ao cliente.

Mas, afinal, que fases são essas e o que acrescentam ao projeto como um todo? Pois é o que você vai descobrir agora mesmo, conferindo nosso post:

Testes de unidade

Nessa fase, cada unidade do sistema que está sendo desenvolvido é testada de forma individual. Nesse caso, o objetivo é isolar as partes do sistema para verificar se elas estão funcionando corretamente, de forma individual, conforme o planejado. O problema é que isso não garante que a integração de todas irá funcionar da forma adequada. E é por isso que se faz necessário rodar o mesmo teste diversas vezes.

Testes de integração

Aqui, todas as unidades que compõem o programa são testadas, mas agora de forma integrada. O objetivo desse teste é justamente detectar as falhas quando ao se trabalhar com todas as unidades juntas. Já a integração com demais sistemas é realizada por meio de um outro tipo de teste, o de sistema.

Testes de sistema

Já nessa fase, o programa é testado como um todo, incluindo todas as suas integrações e funcionalidades com outros tipos de sistemas, juntamente com os quais deve funcionar no futuro. É um teste bem mais completo, uma vez que inclui o teste de requisitos fundamentais e funcionais para verificar a confiabilidade do novo software.

Testes de aceitação

Essa é a prova final. Nessa etapa, os desenvolvedores vão testar todas as funcionalidades do software de acordo com as expectativas do cliente. Por isso, ele deve ser feito também pelo usuário final, que, com o uso, pode ainda encontrar possíveis incompatibilidades e problemas no software.

Com a realização adequada das fases de teste de software durante todo o desenvolvimento do programa, é plenamente possível detectar falhas com bastante antecedência, corrigindo o que for necessário e finalmente entregando ao cliente um sistema de qualidade indiscutível.

Agora comente aqui e nos conte se já sabia da importância de se passar por todas essas fases durante a criação de um software! Já desenvolve seus programas com essa sistematização? Compartilhe suas experiências e impressões conosco!

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