Boas práticas na hora de reportar bugs

Independentemente da plataforma em que são desenvolvidos, praticamente todos os sistemas estão sujeitos à ocorrência de bugs. Existem diversos tipos de bugs que podem ser encontrados durante o processo de testes em um software, mas, para fazer a correta identificação dessas falhas, é preciso seguir algumas boas recomendações e adotar um padrão na hora de reportá-las. Muitas empresas inclusive já determinam o padrão desejado. Confira a seguir algumas práticas que poderão ajudar na hora de reportar bugs.

Fazer anotações durante os testes

À medida que os testes são realizados no software, é interessante fazer anotações iniciais, mesmo que informais, para serem utilizadas caso seja encontrada uma falha durante esse processo — dados como a versão do sistema operacional utilizado, plataforma, versão do sistema a ser testado, data e hora, etc. Essa prática pode ser muito útil na hora que os testadores precisarem, por exemplo, descrever mais de um bug encontrado durante o mesmo teste.

Reportar bugs seguindo o padrão

Para que os bugs encontrados sejam registrados é necessário informar a ocorrência dos mesmos de forma organizada. Se existir um padrão estipulado pela empresa é melhor ainda. Nas empresas que adotam o crowdtesting, onde os testes são realizados fora do seu ambiente e por pessoas que não são funcionários, utilizar esses modelos padronizados para reportar bugs se torna essencial.

Na Crowdtest, por exemplo, todas as vezes que um testador encontra uma falha e precisa reportá-la, ele é obrigado a preencher um formulário de ocorrências padrão, contendo campos obrigatórios a serem preenchidos e inclusive é necessário anexar uma imagem para que a ocorrência possa ser avaliada. Clique aqui e confira mais sobre esse processo no nosso guia para relatar ocorrências.

Utilizar linguagem simples e objetiva

Outra dica importante é a linguagem que será utilizada. Quando os relatórios de ocorrência de bugs chegam até a empresa, a pessoa responsável por validar ou não o bug deverá ser capaz de entender perfeitamente qual é o suposto problema informado pelo testador. As informações passadas têm que ser precisas e identificar com qualidade a ocorrência descrita, como por exemplo as informações do modelo do dispositivo, sistema operacional, tipo de erro encontrado e a descrição do problema. Cada uma dessas informações deverá ser informada corretamente, a fim de garantir que a ocorrência possa ser avaliada para constatar ou não a existência do bug. Para saber mais sobre como reportar bugs da maneira correta clique aqui e veja um exemplo para ilustrar melhor o que foi dito.

Todas essas dicas podem contribuir positivamente na hora de se reportar bugs de software, independentemente de serem testes realizados pela equipe da sua própria empresa ou por um serviço de crowdtesting contratado. O importante é que os mesmos sejam feitos com qualidade e atenção, para que os testadores sejam capazes de fazer identificar e reportar os bugs da melhor forma possível. Quando um bug é reportado com qualidade, o trabalho de quem precisa receber essa informação fica mais ágil e tende a facilitar o processo de validação daquela suposta falha no software.

E você, tem alguma dica que pode ajudar na hora de reportar bugs? Compartilhe-a conosco e aproveite para deixar o seu comentário sobre o tema!

 

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