Tipos de bugs de softwares

Podemos separar os bugs de software em algumas categorias para classificar e conseguir dar prioridade na resolução dos mais “graves”. A classificação leva em consideração a natureza do bug e o que ele provoca no sistema.

Temos 5 classificações que são amplamente aceitas e difundidas no meio da comunidade de testadores como um todo. São elas:

• Impeditiva – Ocorrência que impede o uso do sistema. Não existe forma de contorná-la.
Exemplo: Ao clicar em um botão, o sistema trava e para seu funcionamento.

• Funcional – Ocorrência não impeditiva, ou seja, pode ser contornada pelo usuário e é relativa ao funcionamento do sistema. É o não cumprimento de algum requisito.
Exemplo: Ao clicar no botão “Limpar”, o campo não é limpo.

• Interface – Ocorrências relativas à interface, como problemas de renderização, cores, etc.
Exemplo: O label de um botão aparece deslocado, fora da área do botão.

• Texto – Qualquer ocorrência relacionada ao uso incorreto de algum idioma.

• Melhoria – Sugestões de melhorias para o sistema.

• Segurança – são falhas que possibilitam acessar o sistema sem fazer uso de autenticação devida, sendo possível acessar funcionalidades, coletar dados, modificar dados, modificar o comportamento da aplicação ou interromper o funcionamento da aplicação.

• Teste executado – não é propriamente uma falha, mas sim a execução de passos ou fluxos, contidos nas instruções do projeto e estipulados pelo cliente.

Muitos testadores ficam em dúvida com relação ao bug de segurança. Pela definição citada, o bug de segurança é funcional, pois a falha na segurança é apenas o não cumprimento de um requisito. Porém, ele é comparado ao bug impeditivo em termos de impacto causado no sistema. Esse tipo de bug costuma ser tão crítico quanto um impeditivo. Por isso, há uma certa confusão na hora de classificar esse tipo de ocorrência.

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